galeria de prefeitos

 

 

 

 

 

Otoniel Andrade Costa
Prefeito 1997-2000  2001-2004 2013 -2016

 

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Otoniel Andrade Costa,é casado com Terezinha Andrade (Assistente Social e Advogada) e tem três filhos: Letícia Andrade (Médica), Otoniel Andrade Filho (Administrador de Empresas e acadêmico de Direito) e Heitor Andrade (Acadêmico de Engenharia Civil). Ele nasceu em 1960, em Brejinho de Nazaré, então Distrito de Porto Nacional, filho de Antônio Poincaré de Andrade, líder político de toda região, e Dinorah José Costa, professora e também militante popular.
Nas eleições municipais de 1997 Otoniel Andrade foi eleito prefeito de Porto Nacional e neste mandato imprimiu a mais ousada administração da centenária história deste município. No pleito seguinte, 2000, foi reeleito e promoveu continuidade na gestão que mudou a cara deste importante pólo cultural, social e político. Eleito em 2012 pela vontade do povo, ele retorna à Prefeitura de Porto Nacional, para exercer o seu terceiro mandato.



 

Paulo Sardinha Mourão
Prefeito 2005-2008
 

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Paulo Sardinha Mourão,tem 58 anos é natural de Cristalância, mas modou-se para Porto Nacional ainda jovem e neste centro de excelência educacional cocluiu seus estudos básicos, mudando em seguida para Goiânia, onde graduou-se em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal do Goiás. Entrou na política ainda muito cedo onde militou e foi líder em importantes partidos da época, como: PDC, PDS, PPR, PSDB, e mais recentemente ingressou no PT. Em 1989 se elegeu deputado federal, consseguindo seguidas reeleições nos anos de 1991, 1995 e 2003. No Congresso Nacional participou de importantes comissões, como: Orçamento, Agricultura, Ciências e Tecnologia, Comunicação, Constituoção e Justiça, dentre outras. Em 2005 foi eleito prefeito de Porto Nacional e nas eleições gerais de 2010 foi candidato a Senador e saiu derrotado. Em 2012 tentou novamente se eleger prefeito de Porto Nacional e ficou em segundo lugar.

 

 

Otoniel Andrade Costa 
Prefeito 1997-2000

(Perfil especificado no Mandato 2013 - 2016)

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Dr. Euvaldo Thomaz de Sousa
Prefeito 1983-1987

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O médico Euvaldo Thomaz de Souza. Como seu primo Olegário, é também bisneto do ínclito cidadão Joaquim Ayres da Silva o primeiro Intendente Municipal de Porto ao tempo da Proclamação da República e político de destacada atuação no cenário regional na segunda metade do século passado. Euvaldo é neto do legendário Dr. Chiquinho Ayres, outro chefe político de grande influência na política do Estado desde o começo deste século. Como médico competente e humanitário Dr. Euvaldo logrou ser eleito prefeito em surpreendente votação. Sua administração, embora ainda não concluída, já apresenta apreciável acervo de realizações. As metas perseguidas deixam entrever que o governo municipal tem por princípio básico a valorização de homem, dada a municipalização da saúde e da educação, sem contudo, descuidar do desenvolvimento dos setores da produção e dos meios de transportes. Com este desiderato criaram-se escolas, postos de saúde e área de lazer em vários bairros da cidade bem como instalação de creches e cursos pré-escolares. Buscando a melhoria do padrão de vida nos povoados do município, instalaram-se grupos geradores de energia elétrica e abriram-se vários poços artesianos para provimentos de água potável. No campo da produção o município está presente em abertura e conservação de estradas, construção de pontes e aquisição de patrulha rodoviária. Asfaltou ou bloqueteou várias ruas e logradouros públicos, canalizou águas fluviais e prosseguiu a arborização da cidade. Dentre as realizações do governo Euvaldo destaca-se a construção de moderna e ampla Rodoviária. No setor de esportes e lazer foi construído um ginásio de esportes com área coberta e instalação de Parques Infantis. No campo da saúde merece destaque a recuperação do Hospital da OSEGO e a reativação da Escola Auxiliar de Enfermagem. Confirmando o conceito de que Porto é reconhecido como pólo cultural, o prefeito empenhou-se pela implantação do Campus Avançado da U.F.G. e funcionamento da Faculdade de Filosofia. No tocante à preservação da memória histórica de Porto Nacional, Euvaldo tem demonstrado sensibilidade instalando bibliotecas, recolhendo o que ainda resta de acervo material do passado e patrocinando a publicação desta história de Porto Nacional.

 

Antônio Alves de Castro

Imagem em Pesquisa

Em primeiro de setembro do corrente ano, o prefeito Euvaldo Thomaz pretendendo candidatar-se a uma vaga de deputado federal pelo recém criado Estado do Tocantins, transfere a administração municipal ao Vice-Prefeito Antonio Alves de Castro.

 

Antônio Poincaré de Andrade
Prefeito 1973-1977

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Jornalista e gráfico o combativo ex-vereador Antônio Andrade foi o alcaide portuense no período de 1.973 a 1.977. Eleito em sub-legenda da extinta ARENA, exerceu o mandato de maneira satisfatória a despeito de ligeiro incidente político que culminou com seu transitório afastamento do cargo e posterior reintegração por força de decisão de instância superior da justiça. Entre suas realizações destacam-se: abertura de ruas e loteamentos urbanos, edificação de praças públicas e de esportes. Reconstruiu os prédios da Delegacia de Polícia e da Cadeia Pública. Proprietário e fundador do periódico Porto Nacional-Jornal que por algum tempo circulou nesta cidade. Instalou uma estação de rádio nesta cidade que infelizmente por falta de competente autorização legal, foi impedida de entrar em funcionamento definitivo.

 Dr. Antônio Coelho dos Santos
Prefeito 1966-1970

antoniocoelho

Formado em medicina, jovem, trabalhador, expedito e obstinado. Foi eleito vice-prefeito no quatriênio anterior tendo renunciado o cargo ante os episódios ocorridos na gestão Hosterno Pereira. Sua administração é marcada pela abertura da rodovia Porto-Paraíso' do Norte, construção do prédio de Taquaruçu,sargeteamento, arborização de ruas, instalação de escolas na zona rural e ampliação do cemitério Local. Empenhou-se ardorosamente para instalação do Escritório da Associação de Crédito e Assistência Rural, (ACAB), nesta cidade. Construiu funcional prédio para sede do Tiro de Guerra local e adquiriu veículos para abertura de estradas, fundou garbosa Banda de Música sob a direção do consagrado maestro Adelino Gonçalves e deixou indelevelmente marcada sua administração pela edificação do imponente Palácio do Tocantins, imóvel onde se abrigaram vários órgãos públicos da cidade. Vice-Prefeito: Danton Acácio Brito. Secretários: Dr. Ernesto Leite e Dr. Hermano Francisco dos Santos. 

 

Hosterno Pereira da Silva

      Prefeito 1961-1965

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Foi o prefeito no período de 1961 a 1965. Jovem, inteligente, espírito de esportista. Iniciou a administração pelo planejamento das solenidades de comemoração do primeiro centenário de elevação. de Porto a categoria da cidade, acontecimento histórico para cujo brilhantismo muito e espontaneamente concorreram todas as classes do município e o governo do estado que para aqui transferiu simbolicamente a sede da administração estadual. Conquanto tenha iniciado a gestão num clima geral de esperanças, o jovem prefeito não logrou preservar as expectativas populares. Descontentou os líderes de seu partido político que recebendo o apoio do poder legislativo municipal forçaram o afastamento do prefeito. Eleito pela Câmara o substituto, o escolhido, posto que não filiado ao partido, foi impedido de tomar posse. Hosterno que se retirara para o Estado de S. Paulo, retornou a esta cidade a convite do situacionismo para ser reconduzido ao cargo. Tais incongruências motivaram protestos de ponderável parcelada opinião pública. Os ânimos se exaltam sobretudo no momento em que o Sr. Hosterno, protegido por políticos e força policial armada penetrou os umbrais da Prefeitura. Não fora a providencial interferência de respeitáveis autoridades, destacando-se a figura paternal do Sr. Bispo D. Alano, Porto Nacional teria se transformado em praça de guerra. Embora se conduzindo com espírito conciliador e cordial o Sr. Hosterno não terminou o mandato. Calmamente renuncia o cargo e o que é louvável, não deixou nem conduziu ressentimentos. O exemplo de piedade e elevação de sentimentos foi sempre a norma da altiva princesa do Tocantins. Verificada a renúncia do prefeito a Câmara Municipal elege para substituí-Io o Prof. Adilton Aires da Silva. Novo incidente toma vulto. O partido situacionista por intermédio de sua bancada na Câmara, interpõe protesto. O poder judiciário com fundamento em irregularidade no processo de eleição do novo prefeito, impede a investidura deste. Em conseqüência assume as rédeas da administração o presidente da Câmara, vereador Aquiles Mais Leite, secretariado por: Ananias Pinto de Cerqueira.

 

 

Antônio José de Oliveira
Prefeito 1944-1945 1947-1951

Cavaleiro de fino trato, sóbrio, honesto, inteligente, trabalhador e metódico. Foi o primeiro prefeito depois do advento da Constituição de 1946. Dotado de largos conhecimentos fazendários, conseguiu elevar a receita municipal para quase um milhão de cruzeiros velhos. Atualizou o quadro de funcionalismo. Não obstante a encampação do ensino primário pelo Estado,moveu campanha de alfabetização, notadamente nos meios rurais. Instalou 25 novas escolas municipais e conseguiu a instalação de 10 escolas estaduais no território do município. Em sua administração foi celebrado entre o município e o governo do estado, acordo para edificação do prédio da Escola Normal Rural, depois transformada em Ginásio Estadual e atualmente Colégio Estadual, Prof. Florêncio Aires da Silva. Criou e instalou o Departamento Municipal de Estrada de Rodagem, órgão que se encarregou da construção de várias estradas, pontes e "mata- burros”. Em seu governo inaugura-se a nova Usina Hidroelétrica Tangará, empreendimento vindo das administrações anteriores. Construiu novo matadouro, um prédio para o Fórum e procedeu reparos na cadeia pública e no grupo Escolar D. Pedro ll. No setor agropecuário conseguiu fornecimento de ferramentas agrícolas, extintores de formiga, sementes e adquiriu por compra o terreno do Posto Agro-Pecuário do Ministério da Agricultura. Período de Administração: 1947 a 1951. Secretário: Ananias Pinto de Cerqueira.

Prefeitos Interinos de1945 a 1947 
 

No curso dos anos de 1945 a 1947 nada menos de sete prefeitos subiram as escadarias do “Paço Municipal". Em novembro de 1944 respondia pela administração municipal o secretário Adalgilso Francisco Braga, moço competente e afável. Em 1945 a interventora de Goiás nomeia para prefeito de Porto o Sr. Antônio José de Oliveira, cidadão probo e trabalhador, dois anos depois reconduzido às rédeas do município pelo voto popular. Em setembro de, mesmo ano é nomeado prefeito o cidadão Antônio Aires Primo, respeitável figura de nosso meio. Dois meses depois a prefeitura é dirigida pelo antigo intendente Aureliano Francisco de Azevedo. No primeiro trimestre de 1946 respondia pelo expediente municipal o Senhor Felicíssimo do Espírito Santo Braga, culto e experimentado professor. Em março do referido ano o interventor do Estado nomeia o Cirurgião- Dentista Candido Aires, cujo ato mais importante foi à reconstrução da barragem do serviço de Luz rompida pelas enchentes, reparo de duração efêmera por ter sido feito com pedras e barro não reajustado de cimento.

Domingos do Espírito Santo Negre
1° Prefeito Constitucional 1936-1940

O primeiro prefeito constitucional de Porto Nacional. Formado em Odontologia, sério, altivo, deixou sua administração assinalada pela construção do primeiro prédio para funcionamento do Grupo Escolar D. Pedro ll. Assumiu as funções mediante interposição de recurso judicial em maio de 1935, alguns meses depois de empossado seu competidor. Implantado o “Estado Novo", Domingos Negri renuncia o mandato,e em 1938 o novo regime dissolve a Câmara Municipal substituída por um conselho Consultivo Municipal. Em 1940 o governo federal nomeia para a direção do município o Sr. Clovis da Silveira Lobo Migues, funcionário da Prefeitura da Capital Federal. Clovis Migues bisonho quanto as peculiaridades e problemas do interior, deixou de louvável, apenas, a lei que proibia a criação de suínos e caprinos no perímetro urbano da cidade. Dirigiu o município de 1940 a fins de 1941, elevando a receita que de vinte contos de réis para setenta. Secretários: Nelzir José Pedreira e José Joaquim Pereira da Silva. 

 

Carlos Negri Braga
Intendente 1923-1927

Espírito conservador, simples nas maneiras, afável no trato, conquanto nada de marcante tenha realizado, tomou inteligentes e acauteladoras medidas juntamente com outras autoridades e sobretudo com os frades Dominicanos por ocasião da ocupação da cidade pela Coluna Prestes,movimento revolucionário que sérias preocupações e avultados danos motivou nesta região. Carrinho ou Carlinho governou de 1923 a 2.7. Sec.: Niobey Aires da Silva

Pacífico José Pedreira
Intendente 1915-1919

Administrador honesto, sério e respeitável, dirigiu o município de 1915 a 1919. Em 1918 pela lei n° 92 de 11 de fevereiro, concede terreno para construção do Tiro de Guerra. Fixa preços de gêneros alimentícios, sendo carne em 200 réis e toucinho a 300 réis o quilo. Recuperou as passagens das estradas “reais” e inaugura a ponte do Ribeirão na estrada para Tocantínia, então Piabanha. Em 1919 assume as rédeas do município o cidadão ANTONIO AYRES DA SILVA PRIMO. Entre seus atos destaca-se a criação do distrito de Alto Jalapão com sede no povoado de Pedra de Amolar, desmembrado do distrito de Jalapão, denominado o Antigo distrito de Jalapão de Baixo e o novo de Jalapão de cima. Em 1920 assume temporariamente a direção do município os Vices lntendentes Camilo Rodrigues da Silva e José Pereira Zezuca. Este restaura os cargos de Secretário e Procurador e regulamenta as atividades de Vaqueiro. Nesta época imprimem-se os “Vales Municipais", espécie de moeda que “por falta de troco" circularam no território do município sob a responsabilidade do poder municipal, no valor total de 815$996, quando a receita municipal orçava no valor de 4.409$OOO, reforçada com o auxílio de 3.000$0O0 concedido pelo governo estadual para reparo da cadeia pública. sec. o futuro Engenheiro Civil: Joaquim Aires da Silva.

Josué de Oliveira Negre
Intendente 1907 - 1911

foto em pesquisa

Dirigiu o Município de 1907 a 1911. Homem de grandes cabedais, caráter integro, comerciante ativo e resoluto, organizou uma Companhia de Navegação a bote subvencionada pelo governo do estado para exploração do Tocantins e seus afluentes visando intensificar a rede de transporte fluvial no território do município. 

 

Benício Pinheiro de Lemos
Intendente 1899-1903

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Tenente-Coronel de Guarda Nacional. Homem de porte marcial, austero e intransigente. Sua honradez e dedicação ao trabalho lhe credenciaram a uma segunda investidura. Foi intendente de 1899/1903 e 1911 a 1915. Dotou o Paço Municipal de artísticos móveis adquiridos no Pará. Iluminou a querosene os logradores públicos da cidade. Baixou lei proibindo a devastação das matas dos mananciais de água da cidade, construiu, com ajuda estadual uma sólida ponte no rio Areias a 18 Kms. de Porto, no caminho para Natividade. Baixou ato sustando a impiedosa praxe de demolição dos seculares prédios do tradicional arraial do Carmo a pretexto de transferência de telhas e outros materiais para as fazendas próximas. Criou o distrito de Ponte Alta do Norte e demarcou o de Monte do Carmo. Abriu entrada ligando as margens do Tocantins ás do Araguaia, através de zona somente habitada por tribos selvagens. Explorou o Tocantins, Maranhão e outros rios visando a navegação. Numa de suas viagens subiu o Tocantins até o Porto denominado Quebra-Pau, a montante de S. José do Tocantins. Penetrou o rio das Almas até a cachoeira do Falcão, (Salto-Falcão). Espírito resoluto, talhado para grandes empresas, Benício Pinheiro fez transportar por terra a “igarité”, vencendo deste modo o impeço da cachoeira, lança n’água, de novo, o balel até atingir Machambombo onde estacionou a tripulação e por terra continuou a viagem até a capital de Goiás, então Goiaz-Velho, apresentando substancioso relatório ao governo que o elogiou, sendo convidado para uma conferência em palácio, prestando interessantes informes sobre a navegação e sua região.

 

Antônio Benedito Borges
Intendente 1896-1899
 

foto em pesquisa


Intendente no período de 1896 a 1899. Dentre as boas medidas do Sr. Antônio Benedito Borges destaca-se a regulamentação para alienação de terrenos municipais. Em sua gestão foi construída a cadeia pública de terrenos municipais. Em sua gestão foi construída a cadeia pública com recurso de dois contos de réis dados pelo governo estadual. Quando de sua gestão criou-se a Comarca ao Alto Tocantins, incluindo-se o termo de sua gestão criou-se a Comarca ao Alto Tocantins, incluindo-se o termo judiciário de Natividade e sede em Porto Nacional, (lei n° 188 de 13-8-1898).

 

 

 

 

 Joaquim Maia Leite

Prefeito 2017 - 2020

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Joaquim Maia Leite Neto nasceu em Porto Nacional-TO. É filho de Dona Nikita e do senhor Zuíno Maia. Mudou-se para Brasília aos 14 anos para estudar. Voltou ao Tocantins em 1997 fixando-se em Palmas, iniciando sua carreira profissional na ex-Saneatins. Joaquim Maia é casado com Aline Aires Maia e pai de duas filhas. É engenheiro civil, graduado pela Universidade de Brasília e Pós-Graduado em Saneamento Ambiental e em Engenharia de Manutenção pela Universidade do Tocantins. Trabalhou na Companhia de Saneamento do Tocantins (Saneatins) onde foi gerente operacional e gerente de Manutenção em Palmas. Em 2012, iniciou sua carreira política por incentivo de amigos, sendo eleito vereador de Palmas, capital do Tocantins, já na sua primeira campanha, pelo Partido Verde (PV). Foi o sétimo vereador mais votado da capital naquela eleição, com 1.798 votos.
Em 2014, concorreu às eleições para deputado estadual, obtendo expressivos 8.226 votos, ficando como suplente.

Joaquim Maia (PV) foi eleito prefeito de Porto Nacional nas eleições de 2016, com 16.988 votos, 54,30% dos votos válidos.assumindo em 1º de janeiro de 2017 para administrar até 31 de dezembro de 2020.

 

Tereza Venturini Martins
Prefeita 2009-2012

 

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A pecuarista Tereza Venturini Martins, nasceu em Arapongas, Estado do Paraná, em 1959, e é casada com o também pecuarista Fábio Martins de Santana, ex-deputado estadual por dois mandatos e ex-prefeito de Porto Nacional,entre 1992 e 1995, momento em que ela, como Primeira Dama, desenvolveu um respeitável trabalho social, o que a condicionou a formar chapa com o então candidato a prefeito Otoniel Andrade nas eleições municipais de 2001, e que juntos foram consagrados nas uras, oportunidade em que se mostrou preparada para o exercício de tão importante função. Nas eleições municipais de 2009 Tereza Martins foi eleia prefeita de Porto Nacional e após terminar o seu mandato voltou à condição de mãe de familia, pecuarista e produtora rual. 

 

Fábio Martins de Santana
Prefeito 1992-1996

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O produtor rural Fábio Martins de Santana (PDT), 59 anos, é natural de General Salgado (SP). Iniciou sua trajetória política em 1992, quando foi eleito prefeito de Porto Nacional. Em 1998, ficou na suplência de deputado estadual do PSDB, assumindo uma cadeira na Casa de Leis, pela primeira vez, em novembro de 2001. Seu mandato como titular foi conquistado nas eleições de 2002. Representante dos municípios de Porto Nacional, Pium, Monte do Carmo, Palmas, Silvanópolis e Chapada da Natividade, dentre outros, foi reeleito deputado estadual em 2006, com um total de 12.251 votos. Além de incansável defensor do meio rural, Fábio Martins acredita que, assim como o setor produtivo, outras áreas como a educação, a saúde, a infra-estrutura e o social devem ser prioridades para os poderes públicos, visando sempre à melhoria na qualidade de vida da população. Fábio Martins nasceu em 10 de março de 1949, é casado com Tereza Cristina Venturine Martins e pai de Lilian, Fabiana, Liliane, Fábio e Fabiano.

Vicente Alves de Oliveira
Prefeito 1987-1992

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Vicente Alves de Oliveira é natural de Porto Nacional e nascem em 1º de outubro 1957. buscando realizar seu sonho de criança, incentivado pelo pai, Comandante Vicentão, expressivo líder e piloto comercial, mudou-se para Goiânia, e em seguida para o Rio de Janeiro, onde formou-se aviador profissional o que determinou seu estabelecimento na região aurífera do Estado do Pará, onde constitui conceituada empresa de aviação. Em 1986, convidado pelo então candidato ao Governo de Goiás, Mauro Borges, Vicentinho Alves ingressou no PDT e candidatou-se a deputado estadual, recebendo uma grande votação, só não permitindo sua eleição devido as engrenagens da sublegenda da época. Em 1989 elegeu-se prefeito de sua cidade natal Porto Nacional. Já em 1998 foi eleto deputado estadual, se reelgendo em 2002, com uma expressiva votação, o que o condicionou a presideir a Assembléia Legislativa, cargo que o levou a governar o Estado do Tocantins por 15 dias. Nas eleições de 2006 foi eleito deputado federal e no pleito de 2010 disputou uma das duas vagas para o Senado da Reública, ficando em 3º lugar, com 332.295 votos, assumindo o cargo logo após o TSE –Tribunal Superior Eleitoral caçar o mandato de um dos senadores eleitos, o ex-governador Marcelo Miranda.

 

Antônio Alves de Castro

Imagem em Pesquisa

Em primeiro de setembro do corrente ano, o prefeito Euvaldo Thomaz pretendendo candidatar-se a uma vaga de deputado federal pelo recém criado Estado do Tocantins, transfere a administração municipal ao Vice-Prefeito Antonio Alves de Castro.

 

 Jurimar Pereira de Macedo
Prefeito 1977-1980

 

Eleito para o quatriênio 77/1980, Jurimar Pereira de Macedo teve seu mandato prorrogado até 1982 para coincidência de pleito eleitoral. Descendente de tradicionais famílias portuenses o jovem Jurimar exerceu seu longo mandato com geral simpatia de seus có-munícipes. Recebendo um orçamento no valor de 7 milhões de cruzeiros e passando a seu substituto uma provisão orçamentária da ordem 523 milhões de cruzeiros, deixou sua administração marcada por realizações de vulto tais como ampliação de postos de saúde, calçamento e bloqueteamento de ruas. Construiu o novo Cemitério S. Pedro e a importante ponte de cimento ligando a cidade aos novos bairros da margem direita do ribeirão S. João. Durante sua administração e colaboração estadual foram instalados serviço de telefonia interurbana e a implantação da TV da Organização Jaime Câmara. Vice-Prefeito: Azor Nunes de Melo

 

 Olegário José de Oliveira
Prefeito 1970-1972

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 Bisneto do primeiro lntendente Municipal de Porto Nacional, o influente político Cel. Joaquim Aires da Silva e filho do ilustre e probro ex-prefeito Antônio José de Oliveira, o jovem e afável Olegário realizou profícua administração municipal. Seu governo foi marcado por importantes realizações como a construção da Praça do Centenário, calçamento e arborização de ruas. Construiu-nos vários distritos e povoados postos de saúde, prédios escolares, pontes e estradas para escoamento da produção agrícola. incentivou a realização de exposições agropecuárias e fundação de sindicato e organismos de defesa do trabalhador rural. Vice-Prefeito: Oidê de Oliveira Flores.

 

 Aquilies Maia Leite
Prefeito 1965-1966

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Espírito expansivo, jovial e otimista. Eleito para conclusão do período anterior, assumiu a administração no segundo semestre de 1965. Dispensou especial atenção à zona rural, reparou estradas, inaugurou o povoado de Buritirana, construiu ali um modesto prédio escolar e nele instalou a escola municipal. Alienou às Centrais Elétricas de Goiás a usina de força e luz da cidade. Encerrou a rápida administração num leito hospitalar em Goiânia em conseqüência de acidente automobilístico quando em serviço do cargo. 

 

 

 

Jayme Florentino de Farias
Prefeito 1959-1961

Em razão de reforma constitucional para a chamada coincidência de mandatos eletivos nas três esferas governamentais, o período administrativo do prefeito Jaime Farias durou apenas dois anos, (1960 a 1961). Foi até então o mais jovem prefeito de Porto Nacional. Piloto civil, trabalhador, ativo e cativante. Fiel continuador das obras iniciadas pelo antecessor realizou boa administração. Inaugurou a importante usina de luz, concluiu a sólida ponte do rio Areias, edificou moderno mercado e o novo prédio do grupo escolar D. Pedro ll. Secretário: Hosterno Pereira da Silva. Vice-Prefeito: Joaquim Lopes Maracaipe.

 

 

 

Severino Inácio de Macedo 
Prefeito 1955-1959

Prefeito eleito para o período de 1955 a 1959. Formado em Direito,categorizado funcionário do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial,(SENAI), em S. Paulo. Metódico, econômico, cortês, portador de boa cultura geral e jurídica. Iniciou sua administração com realização de importante congresso de prefeitos da região amazônica, conclave que contou coma participação do governo estadual, técnicos da SPEVEA, depois SUADAM e do Ministério da Agricultura, visando o planejamento de problemas regionais. Deu prosseguimento e deixou quase concluída a Usina Hidro-Elétrica de Taquaruçu, com 70 metros de canal e 50 quilômetros de linha de transmissão, ao tempo orçada em 13 milhões de cruzeiros velhos. Construiu prédios públicos em alguns distritos, inclusive um mercado no então distrito de Gurupi. Construiu e conservou estradas de rodagem. Adquiriu veículos inclusive um trator. Criou novas escolas e aparelhou as existentes. Secretário: Ananias Pinto de Cerqueira.

 

 

João Pires Querido
Prefeito 1951-1955
 

Foi eleito prefeito para o período de 1952 a 1955. Natural do Estado de S. Paulo. Nos garimpos de cristal de rocha deste município, João Pires Querido, com labor e tino conseguiu apreciável patrimônio. Como político granjeou rápido e largo prestígio graças sobretudo às suas aptidões e espírito de colaboração. Aviador, mecânico, homem de empresa e negócios. Deixou sua administração assinalada pela construção de nova necrópolis. Construiu sargetas e meio fio nas ruas da cidade. Abriu estradas de rodagem, construiu pontes e prédios públicos em alguns distritos do então vasto município de Porto Nacional. Criou escolas e deu início à construção da usina de Taquaruçu, importante empreendimento continuado nas administrações seguintes. Secretário: Ari Ferreira.

 

 

 

 

Oswaldo Ayres da Silva
Prefeito 1942-1944

De 1942 a 1944 dirigiu o município o farmacêutico Osvaldo Aires. Inteligente, culto, obstinado e dinâmico empreendeu e inaugurou o serviço de Luz Elétrica da cidade. Durante seu Governo soube impor a presença da administração nos ricos garimpos de cristal de rocha surgidos em vários pontos do município. Em sua gestão cometeu atos tidos por discricionários que o incompatibilizaram com as autoridades locais, decorrendo disso sua exoneração. Secretário: Adalglso Francisco Braga.

 

 

 

 

José Ayres Neto
Intendente 1927 a 1930
 


Último dos lntendentes portuenses. Calmo, cortês, honesto e trabalhador. Deixou sua administração assinalada pela construção do primeiro aeroporto, para base do então recém criado Correio Aéreo Nacional que inestimáveis serviços prestou ao país e sobretudo ao norte de Goiás. José Aires Neto foi nomeado pela junta Governativa do Estado, permanecendo na direção da comuna de 1930 a 1935. Sec.: Manoel Severino Inácio de Macedo.

 

 

 

 

Aureliano Frencisco de Azevedo
Intendente 1927 a 1930

foto em pesquisa


Respeitável cidadão, sério, inteligente, grande instinto financeiro e econômico. Figura destacada na revolução do "Duro", hoje Dianópolis, motivo porque mudou-se para esta cidade. Limitou sua administração a rotineiras providências, passando a seu sucessor apreciável saldo orçamentário. Governou de 1927 a 1930. Sec.: Odilon Aires da Silva.

 

Rafael Fernandes Beles
Prefeito 1935-1936

De 1921 a 1923 administrava o município o cidadão Rafael Fernandes Belles, trabalhador, jovial, espontâneo no trato, dotado de invulgar energia, iniciou seu governo pela construção do “Paço Municipal", edifício amplo, ventilado, o primeiro prédio de dois pavimentos construído em Porto Nacional e que ainda hoje se destaca entre os mais sólidos e bonitos prédios da cidade. Nele funcionaram até 1969 a Câmara Municipal, a Sala das Audiências Judiciárias e a Administração Municipal. Apaixonado pela navegação do Tocantins, profundo conhecedor dos segredos e ciladas do rio, foi “comandante" e adquirente da já referida lancha Mercês de propriedade do Cel. Dirico; Sec. : André Aires Sobrinho. 

 

 

Josué de Oliveira Negre

Intendente 1907 - 1911

foto em pesquisa

Dirigiu o Município de 1907 a 1911. Homem de grandes cabedais, caráter integro, comerciante ativo e resoluto, organizou uma Companhia de Navegação a bote subvencionada pelo governo do estado para exploração do Tocantins e seus afluentes visando intensificar a rede de transporte fluvial no território do município. 

 

Frederico Ferreira Lemos
Intendente 1903-1907

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Intendente de 1903 a 1906. Homem de empresa, organizado, austero,portador de apreciável fortuna, exerceu longa e poderosa influência na política setentrional. Logrou eleger-se Vice-Presidente do Estado, Deputado Federal e Senador não tendo assumido a cadeira legislativa por motivo de doença que o acamou em Belém quando empreendia a longa e incrível viagem para o Rio de Janeiro por via costeira, a mais cômoda rota que nos lidava à lonqínqua capital do país. Como lntendente exerceu rotineiramente o governo municipal. Entretanto de iniciativa privada destacou-se na exploração da navegabilidade de Tocantins, inicialmente por botes a remo e depois por lanchaa vapor. Adquiriu uma importante lancha rebocadora a que deu o nome de "Mercês" em homenagem à nossa padroeira. Infelizmente, porém, minguados serviços prestou a Mercês devido a constantes avarias sofridas nas cachoeiras do Tocantins. Em seu governo foi fixado o Código de Posturas Municipais, espécie de Lei Orgânica dos Municípios. Fixou o efetivo da Força Policial do Município. Em 1905 assumindo a direção do Município o Vice-lntendente Pedro Ayres da Silva foi fraqueada ao público a ponte do Rio Areias. Ainda em 1905, na momentânea gestão do 2° vice lntendente Misael Pereira foram por medida de economia, extintos os cargos de Secretários e Procurador do Município, atribuições que passaram a ser exercidas respectivamente pelo Secretário do Conselho Municipal e pelo Fiscal do Município.

 

Cel. Joaquim Ayres da Silva
Intendente 1891-1895

 

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O primeiro Intendente Municipal de Porto Nacional foi o cidadão Joaquim Ayres da Silva, no quatriênio de 1891 a 1895, substituído periodicamente, quando de suas viagens a Belém e Goiás Velho, pelos snr. Luis Leite Ribeiro, (1891), Carolino Pereira Silva, (1893), Antônio Neres de Souza, (1894) e em 1895 pelos Conselheiros Municipais Raimundo Aires da Silva, seu filho e Benício Pinheiro de Lemos. Figura de escol em sua época, dinâmico e influente no cenário regional, o Cel. Joaquim Aires prestou relevantes serviços e sua terra, quer como Intendente, deputado estadual, comerciante e chefe político. Dentre outras iniciativas assinalemos sua instância pela vinda da Missão Dominicana para Porto Nacional, corporação religiosa que inestimáveis serviços prestou ao norte de Goiás. Como deputado provincial foi um dos constituintes que elaboraram a Constituição de 1891. Deu aprimorada instrução a seus filhos sendo um deles afamado médico e deputado federal em várias legislaturas, outro foi jornalista e deputado estadual, um terceiro acreditado comerciante, falecido em Belém do Pará e sepultado á expensa do governo daquele estado.