Porto Nacional, 30 de abril de 2017

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Bandeira Oficial de Porto Nacional

Foto: Joeldino Gomes

Bandeira Oficial de Porto Nacional

 

A Bandeira Oficial de Porto Nacional, é de autoria desconhecida e foi redesenhada e formatada em um novo simbolismo na administração de Antônio Poicaré de Andrade, no ano de 1974, pela professora Delza Pereira da Paixão, momento em que também foi confeccionada em linho com bordados de alto relevo, arte da também professora Creuza Ayres da Silva.

Após pesquisas e entrevistas com uma das autoras desta grande obra simbólica, conclui-se que, o amarelo intenso em toda extensão quadrilátera da Bandeira Oficial de Porto Nacional, representa a cor dos nossos grãos agrícolas, como milho, o arroz em casca, que em períodos distintos cobrem os nossos campos de riquezas, como também a exuberância aurífera, existente no rico subsolo do município portuense.

No centro da Bandeira Oficial do povo portuense, destaca-se o mapa de Porto Nacional, em cor verde, representando nossas florestas, entrecortadas pelo rio Tocantins, razão da existência da cidade e que aparece em azul, simbolizando um território marcado pela ousadia, pioneirismo e principalmente pela liberdade desse povo, que se fez crescente ao refletir suas conquistas na valentia das tocantínias águas bravias, por todo o tempo, desprendidas de amarras.

Na parte superior da Bandeira Oficial de Porto Nacional, destaca-se um livro aberto e uma pena em posição de escrita, descrição lógica que sustenta a condição ímpar deste município que se posiciona, desde a primeira metade do século XVIII, como pólo de educação de excelência, o que direta e indiretamente promoveu esta centenária cidade como Capital da Cultural do Estado do Tocantins.

A ultima figura simbólica que compõe a Bandeira Oficial de Porto Nacional, está posicionada na parte inferior do plano amarelo. Esta, em cor marrom, é identificada como uma bateia, instrumento de trabalho dos milhares de mineradores, que durantes séculos, sangraram as terras portuenses em busca das riquezas minerais existentes neste subsolo, o que, em todo este período, gerou divisas, emprego e renda para toda a região. (Texto Edivaldo Rodrigues)