Economia criativa: oficina fortalece artesanato e cadeias produtivas da cultura em Porto Nacional
Encontro reuniu artesãos para troca de saberes, capacitação e fortalecimento da produção cultural local
Dornil Sobrinho

A Associação dos Artesãos de Porto Nacional recebeu, na manhã desta quinta-feira, 18, a Oficina de Economia Criativa e Cadeias Produtivas da Cultura, realizada pelo Casarão Mão de Pilão. A ação integra um projeto viabilizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB/PAAR 2024), do Ministério da Cultura, operacionalizados pela Secretaria da Cultura do Tocantins, e reuniu artesãos, agentes culturais e representantes de instituições parceiras para discutir a economia criativa como estratégia de geração de emprego e renda.
Durante o encontro, o coordenador do Ponto de Cultura Mão de Pilão, Emerson Jorge, destacou o objetivo da iniciativa e a escolha do local. “Tendo a oportunidade de realizar aqui uma oficina de economia criativa, na Associação dos Artesãos, que também é um ponto de cultura, estamos trazendo a técnica do Sebrae para ministrar uma palestra sobre as cadeias que motivam cada arte e a cultura como ferramentas de geração de emprego. Além de capacitar a classe dos artesãos, eles vão aperfeiçoar seus produtos e adquirir conhecimento de como repassar essas informações para aumentar a renda”, pontuou Emerson.
Para o presidente da Associação dos Artesãos de Porto Nacional, Tauru Ribeiro, o momento representa o fortalecimento institucional e a abertura de novas parcerias. “Esse momento é muito importante para nós, aqui da Casa do Artesão. As portas estarão sempre abertas. O tema de hoje, economia criativa, está totalmente ligado ao artesanato, e a ideia é que esse espaço esteja sempre proporcionando parcerias e contrapartidas com o poder público. É uma alegria ver novamente os artesãos reunidos, com a associação dando visibilidade e mantendo sempre essa contrapartida”, afirmou o presidente.
Respaldo do Sebrae
A palestrante e analista técnica do Sebrae Tocantins, Celina Soares, explicou o alcance do setor. “A economia criativa envolve artesanato, moda autoral, games e audiovisual. Estamos aqui, a convite do Casarão e da Associação dos Artesãos, para falar da importância da economia criativa como negócio, como empreendimento que gera renda. Esse é o papel do Sebrae enquanto instituição: fomentar o negócio. A economia criativa é um negócio, sim, e pode gerar receitas para o empreendedor que atua nesse segmento”, destacou Celina.
Comercialização dos produtos
O presidente do Conselho de Cultura do Tocantins, Elpídio de Paula, reforçou a necessidade de iniciativas voltadas à comercialização dos produtos culturais. “Falar sobre economia criativa hoje é fundamental. Temos os melhores elementos, os melhores produtos, os melhores artesãos e artesãs, mas muitas vezes o artesão não sabe comercializar o seu produto. É preciso um evento como esse para ensinar quem produz a comercializar, a fazer a roda da economia criativa girar no nosso estado. Essa é a verdadeira importância de uma ação sobre economia criativa”, afirmou.
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