Projeto Partiu Biblioteca: Porto Nacional aposta na inclusão social para aproximar crianças da leitura e distancia-las das telas
Iniciativa da Biblioteca Municipal Eli Brasiliense oferece oficinas de leitura, contação de histórias e inclusão digital para alunos da rede municipal
Divulgação

A Prefeitura de Porto Nacional, por meio da Biblioteca Municipal Eli Brasiliense, em parceria com as secretarias municipais da Educação, da Cultura, Turismo e Esporte, e da da Mulher, Desenvolvimento Humano e Juventude, deu início nesta segunda-feira, 30 de março, ao projeto “Partiu Biblioteca”.
A iniciativa tem o objetivo afastar os alunos do uso excessivo de telas e inseri-los em oficinas de leitura, contação de histórias e inclusão digital. O projeto tem capacidade para atender 40 alunos por semestre, nos turnos matutino e vespertino.
O coordenador da Biblioteca, professor e bibliotecário Oséias Costa Rego, destacou a importância do projeto e do papel da biblioteca como um espaço vivo de formação e cidadania.
“Hoje a Biblioteca Eli Brasiliense está com as portas abertas, onde a população, os leitores, os usuários têm a oportunidade de acessar um vasto acervo e oficinas que são oferecidas para a melhoria do conhecimento e do encontro com o saber na cidade de Porto Nacional”, pontuou.

Sobre o papel social da instituição
“A biblioteca ainda é atual e é um portal de encontro entre o saber, a cultura e a educação. O projeto Partiu Biblioteca trata-se de uma iniciativa entre três secretarias, onde são ofertadas oficinas de leitura, contação de história e um grande projeto de inclusão digital, provando que a biblioteca não é apenas o livro, mas sim todo e qualquer tipo de conhecimento”, frisou o coordenador.
Alunos aprovam a experiência
Estudantes do 3º e 4º ano da Escola Municipal Dr. Euvaldo participaram das primeiras atividades e compartilharam suas impressões sobre o contato com os livros e com as ferramentas digitais dentro da biblioteca.

Marina Valentina, de 8 anos, do 3º ano do Ensino Fundamental, falou sobre o que tem lido e o prazer de participar do projeto: “Eu li o “Cravo, Rosa, e o Jasmim”, li alguns outros livros e o gibi. Eu estou gostando daqui, porque eu gosto de ler, então eu gosto daqui.”

José Hugo, de 10 anos, do 5º ano, contou o que aprendeu nas oficinas de tecnologia: “Eu aprendi que o hardware e o software não são a mesma coisa. Os dois precisam um do outro. Não pode usar um sozinho sem o outro. Assim, precisam estar juntos.”

Valentina Silva, de 9 anos, do 4º ano, também destacou o que aprendeu sobre o funcionamento do computador: “Eu aprendi a função do computador e mexer no Word, que eu achei muito bom. E tudo gostei daqui de aprender.”

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